Technicolor
Technicolor é uma mostra que brinca com as eras, mistura pretérito, presente e futuro, além de ironizar relações. Ao mesmo instante, mostra-se descompromissada, contendo imagens que estão ali apenas para passar uma informação adjetiva, como um adorno. É padronagem linear, mas é, também, desconstrução. É ontem com cara de hoje e sempre.



Inspirado por essas tonalidades, Renato Loose as utilizou como ponto de partida e intitulou a sua série de ilustrações. Technicolor, agora, é uma exposição que se apropria da atmosfera que vai dos anos 50 aos 70, apresentada por meio da estética dos quadrinhos daquelas décadas, porém, com elementos que os ligam à atualidade.



Confira mais informações no site da Techincolor.
Um Corpo Só
Solidão é o tema central das obras da exposição de Guilherme Athayde, "Um corpo Só". São 21 quadros, divididas em dois ambientes, fazem parte de um projeto que teve como ponto de partida um livro objeto homônimo.



Sete delas são telas produzidas com técnicas de colagem manual, fotografia e ilustração, posteriormente manipuladas e impressas digitalmente em papel. Uma delas tem como suporte o tecido. As outras 15 são imagens impressas em acetato com molduras de espelhos. O espaço também sofrerá interferências do artista.


De acordo com o artista, tanto o livro quanto a exposição, “exploram o tema passeando por algumas diferentes abordagens visuais e linguagens, buscando uma interpretação artística e subjetiva sobre os questionamentos teóricos, como as relações líquidas de Zygmunt Baumann, a solidão positiva proposta por Chaim Katz e o lugar ocupado pelo corpo contemporâneo”.

A exposição "Um corpo Só" está aberta para visitação de segunda a quinta, das 12h a 0h; sexta e sábado, das 12h a 1h e no domingo, das 17h às 23h. A entrada é gratuita.
Para conferir as fotos do lançamento da exposição "Um Corpo Só", acesse o flickr do Café com Letras.  
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